sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Eram os olhos mais lindos, mais vivos que eu já vi...
Um amor submisso, impossível e ao mesmo tempo tão real! Talvez fosse real, porque eu o sentia. Sentia um ciúmes desnecessário.
Eu vidrava os olhos em você, ouvia cada palavra que meu maior desejo era de pegá-las e guardá-las em mim.
Nosso relacionamento era construído de palavras cheias de sentimentos vazios, de mensagens com sinal de falsa esperança. E mesmo assim eu estava ciente e tão certa que tudo ficaria bem. Porque tinha tudo pra acabar bem...
A gente entrava em um relacionamento bom, que tal assim: Você entrava com as palavras e eu daria sentido e mostraria os significados.
Lembra quando você dizia: "Amor, senti saudades", e eu dizia "Eu queria querer".
A gente era os opostos que tinha tudo pra dar certo. A gente brigava, a gente ria... E eu chorava e você me alegrava. Eu mesma estando certa. Por quantas vezes não pedia desculpas após uma briga que ninguém dava o braço a torcer?
Não sei se você ainda se recorda das vezes que falava com você ao telefone que minha voz cortava, minha face ficava ruborizada...
Ah... Era tudo tão superficial. Não é mesmo Moço? Meu moço lindo, aquelas mensagens que você me mandava com sinais de falsas esperanças, as palavras com sentimentos sentimentos.vazios, e todo aquele sentimento clichê, foram suficientes para eu deixar tudo fluir, acontecer.
Porém, no encontro sem os obstáculos ou escudos, tela de computador, só a voz do telefone, foi tudo diferente. A química não rolou, a ação de falar me faltou.
E as únicas coisas que me restaram foram: As lembranças dos momentos que não tivemos e a experiência frustrada de algo que não fomos.
E as únicas coisas que me restaram foram: As lembranças dos momentos que não tivemos e a experiência frustrada de algo que não fomos.
Assinar:
Postagens (Atom)

